Alavancando a Produção da sua empresa

February 28, 2018

 

Você se encontra em uma situação em que não consegue produzir mais? Não consegue atender a demanda dos seus consumidores? Não quer ou não pode aumentar a sua linha de produção e está atrás de soluções inovadoras? Pois saiba que, sim, você provavelmente está correto.

 

Que tal ampliar a produção da sua empresa?

 

Você, gestor, pode ter encontrado a solução e, acima de tudo, uma solução que prevê o máximo com o mínimo de recursos.

 

O problema de responder às expectativas da demanda é antigo e atinge qualquer operação das mais variadas escalas.

 

Porém, ao longo do tempo, essa questão tem se simplificado. Esses gestores fazem uso de uma técnica chama TRF – ou Troca Rápida de Ferramentas.

 

Para se discutir a Troca Rápida de Ferramenta é interessante que, primeiramente, se passe uma noção do método de Produção Enxuta, ou Lean Manufacturing, uma das maiores inovações aplicadas à realidade empresarial da atualidade.

 

Produção Enxuta, ou Método Toyota de produção, é uma tecnologia disruptiva responsável pelo crescimento de inúmeras indústrias ao redor do mundo, não discriminando suas áreas de atuação.

 

A Troca Rápida de Ferramentas entra como uma das ferramentas de Produção Enxuta.

 

Ela consiste basicamente em otimizar o curso da produção, diminuindo o tempo de ociosidade em etapas de um determinado processo. Produzir mais, trabalhando menos.

 

Na maioria das vezes, essa ociosidade é provocada por uma ou mais etapas (pode ser uma determinada máquina, equipamento ou pessoa) que precisam de mais tempo para realizar o seu trabalho.

 

Essa fase, funcionando muito mais como obstáculo do que realmente como parte construtiva da linha de produção, é chamada de gargalo.

 

É aí que entra a aplicação da Troca Rápida de Ferramentas com maiores ganhos. Porém, como uma técnica de aumentar o tempo produtivo de um determinado processo, a troca rápida de ferramentas é benéfica em qualquer etapa, pois atua antes, durante e depois de cada etapa.

 

Então, como funciona a Troca Rápida de Ferramentas?

 

Para isso, é importante listar seus princípios básicos:

·         Reconhecer a atividade de setup internas e externas,

·         Investigar a função e o objetivo verdadeiros de cada etapa;

·         Focar em soluções de baixo custo;

·         Ter como finalidade a eliminação do tempo de setup.

 

Dessa forma, com esses princípios em mente, foram criadas as 8 técnicas da Troca Rápida de Ferramentas:

·         Registrar cada elemento;

·         Discriminar atividades internas e externas;

·         Converter atividades internas em externas;

·         Identificar atividades paralelas;

·         Dinamizar atividades internas e externas;

·         Selecionar ideias de implementação;

·         Testar/ Verificar o novo processo;

·         Documentar os procedimentos nas folhas do processo.

 

E assim, com base nas 8 técnicas, foram elaboradas as 5 etapas de aplicação da Troca Rápida de Ferramentas:

 

Etapa 1: Saber por qual etapa começar.

 

Nessa etapa é selecionado o ponto de atuação, tendo em mente que o equipamento ou processo ideal deve ter as seguintes propriedades

·         Duração do setup: ter duração o suficiente para que a mudança seja significativa;

·         Variação: se existe uma grande variação nos tempos de setup;

·        Oportunidades: se existem oportunidades para realizar as trocas com frequência.

 

Para que as alterações possam ser testadas a todo o momento;

·         Familiaridade: se os funcionários que estão familiarizados com o equipamento ou a sua função estão motivados;

·         Restrição: se a etapa do processo é um gargalo, se está limitando a produção.

·         Por fim, registrar o tempo utilizado nessa determinada etapa da produção.

 

Etapa 2: Saber como identificar os elementos da troca rápida de ferramentas.

 

É nessa etapa que os participantes trabalham coletivamente para identificar todos os elementos do setup. Registrando em uma lista, as suas descrições e os seus respectivos tempos necessários para a sua realização.

 

Etapa 3: Saber como separar o setup interno e externo.

 

Valem 3 técnicas práticas para a realização da etapa:

·         Executar verificações de condição básica em peças e ferramentas;

·         Reduzir o transporte de ferramentas, peças e materiais;

·         Desenvolver e implementar listas de verificação de mudança.

 

Etapa 4: Saber como converter setup interno em externo.

 

Nessa etapa é necessário aplicar os seguintes passos:

·         Observar as verdadeiras funções e finalidades de cada operação em sua configuração interna atual;

·         Encontrar maneiras de converter o setup interno em setup interno.

 

E assim, para converter as atividades do setup interno para o externo são utilizadas as seguintes técnicas:

·         Preparar as condições de funcionamento antecipadamente;

·         Padronizar as funções;

·         Usar gabaritos intermediários.

 

Etapa 5: Saber como racionalizar elementos internos e externos.

 

É nessa etapa em que as funções do setup interno e externo são aperfeiçoadas. Para tanto, faz-se necessário:

·         Manter a organização visual do ambiente de trabalho;

·         Aplicar atividades paralelas no processo;

·         Eliminar necessidade de ajustes;

·         Mecanizar funções.

 

 

Você visualiza esses problemas na sua empresa? Você gostaria de sua empresa atuar no mercado, atingir a forma mais eficiente e melhorar seu poder de competitividade no Mercado?

 

Como nós, da Ciclo Consultoria, podemos ajudar você, gestor? 

 

Oferecemos serviços voltados para a otimização dos processos produtivos, que de maneira personalizada, podem solucionar muitos problemas da sua empresa, colocando-a na vanguarda do mercado!

 

Entre já em contato conosco e conheça nossos serviços!

 

Compartilhe no Facebook
Please reload

Posts Em Destaque

5 Indícios de que sua indústria precisa de consultoria em engenharia de produção

October 28, 2019

1/10
Please reload

Posts Recentes